Os dedos das mãos tremem e mesmo o sol que faz lá fora é incapaz de me aquecer. O coração dispara e o cérebro retarda, pára. Transe.
Meus pensamentos se autobloqueiam para evitar congestionamento pensativo. E eu sei que nunca morrerei de AVC!
Olhando pra ela e tentando articular uma frase completa, sujeito, verbo e predicado. Não sai.
No canto inferior dreito do monitor surge uma janelinha minúscula com um sorriso de dentes largos dentro.
Eu sorri também.
Não durou nada, foi papo bobo, conversa jogada fora.
Era disso que eu precisava.
*sim, eu continuo pensando nele (sem pretensões, só porque gosto da sensação)*
na lanchonete
Há 12 anos
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