A gente saca que perdeu o filtro de verdade quando chama o próprio cliente de "Franzão". Só essa frase bastaria, mas descrever a minha cara, bochechas rosadas e vergonha embutida num sorriso amarelo ilustra muito bem o ponto em que cheguei. E aí eu corri confirmar que não havia escrito o apelido do dito cujo também para a jornalista ,que aí seria o fim. Eis aqui uma quase-jornalista-assessora-super-dedicada-porém-com-pouco-juízo. Ufa! Para a jornalista, não.
Tenho me sentido uma piada ambulante, tipo aquelas buzinas de palhaço, a gente aperta e ela ri sozinha. Treino. To adestrada a rir da minha própria desgraça. Riam comigo, afinal platéia é bom até em momentos de tragédia. Riam comigo, mas me abracem no final, por favor. Que pior que rir da desgraça própria é não ter com quem compartilhar a piada.
na lanchonete
Há 12 anos
Um comentário:
Quááááááááááááááááááááááá!
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Agora vem aqui e me dá um abraço!
;)
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