Fato: a vida é feita de decepções. Conseqüência: passar a vida esperando das pessoas algo que elas nunca estarão dispostas a fazer ou ser. Aí você me diz que as expectativas devem ser exclusivamente sobre uma única pessoa: eu! A-ham. Comofas? Tudo bem, eu concordo e o plano daqui pra frente é fazer de conta que não ligo se você vai ou fica, se responde ou ignora, se existe ou não. Estou indo bem? Talvez! Mas aí - agora é minha vez de rebater as teorias. Sim, nós criamos expectativas, mas só diante do novo, do inusitado e do desconhecido. E as criamos muitas vezes até por medo de não saber o que virá. E sobre isso posso tentar ter controle. Mas e quando a decepcção vem de onde menos se espera? De alguém que se pensa conhecer completamente? Chora, neném. Porque você imagina que conhece as pessoas, passa uma vida inteira ao lado delas e de repente, no momento de maior fraqueza, depois de abrir o peito e mostar como você é por dentro, vem o chute no estômago. Assim, sem defesa. Eis a arte da guerra. Conheça bem o inimigo e, no momento de maior fraqueza, maior fragilidade e quando ele mais confiar em você, ataque! Parabéns, essa lição você aprendeu tão bem que talvez nem tenha percebido o efeito que causou. Mas naõ se preocupe, eu estou aqui e nunca te deixarei esquecer da dor que é capaz de causar.
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