23 de abril de 2009

- De quem é esta escova de dentes vermelha?
- (?)

Todo fim é assim, meio incompleto.
Sempre ficam rastros, sempre ficam marcas. Sempre fica alguma coisa.
Alguma coisa que, uma hora ou outra, por mais que se fuja, te alcança.
E chega, reaparece com aquela pergunta "como foi mesmo que acabou?".

Como paramos aqui? Como chegamos e que caminhos (errados) escolhemos?

Talvez devesse sentir algum tipo de vazio, ou até trsiteza.
Não sinto nada. Deveria mesmo?

Um comentário:

carollina lauriano disse...

isso me faz lembrar que eu tenho comigo, ainda, um ano depois, dois moletons e umas camisetas do alexandre comigo. pior, eu tenho dó de doar e não cogito a hipótese de ir devolver, nesse adiamento estão comigo até hoje. mas agora não incomodam mais