5 de maio de 2009

A gente percebe que a coisa chegou num estado crítico quando um amigo pergunta o que você vai fazer no fim de semana e a resposta é "não sei, estou avulsa".

Desde a última semana eu penso nele.
E o que é mais ridículo é que não faz o menor sentido. Nem sequer temos algo em comum.
Ele gosta de carros e eu nem sei dirigir. Ele vai até o Shopping Morumbi brincar com joguinhos e eu só vou ao shopping comprar presente de aniversário. Ele fala inglês e eu prefiro alemão. Ele torce para o São Paulo e eu para o Corinthians. Ele bebe Skol e eu prefiro Brhama. Ele ouve Skank, e eu... odeio Skank!
Ainda assim, eu penso nele todos os dias.
Ele deve ter dito alguma coisa. Deve ter me feito sentir especial de alguma forma.
Ou eu devo estar extremamente vulnerável.

Um comentário:

Roberta Nina disse...

Tá parecendo "Eduardo e Mônica" isso aqui.
Mas quem um dia irá dizer que não existe razão nas coisas feitas pelo coração?